117. CHEGANDO À VERDADE
KAELA:
Olhei para Nina, sem saber se deveria confiar nela ou não. Fiz um sinal para que me acompanhasse ao interior da caverna. Ela me seguiu com a cabeça baixa; de vez em quando me olhava com incredulidade, mas podia notar que queria me dizer algo e não se atrevia.
—Sente-se —pedi ao chegar à câmara interior—. Agora me conte tudo desde que nos separamos. Nina, posso saber se você está mentindo, então não o faça.
Nina sentou-se lentamente na fria rocha, acomodando-se como se o peso das minh