Henrique
Gerald olhava para o Guilherme como se estivesse diante de um fantasma.
— Sou eu mesmo, Gerald. Estou bem vivo.
— Meu Deus do céu… eu vi o caixão…
Guilherme caminhou até ele e abriu os braços. Gerald o abraçou com força. Os dois choraram em silêncio.
— O senhor está vivo… está vivo…
— Obrigado por sempre ter me apoiado.
— Eu chorei muito pelo senhor.
— Eu sinto muito. Me desculpe por isso. É uma longa história que faço questão de contar.
— Não peça desculpas por estar vivo. Não peça. E