Heitor
Caminhei de um lado para o outro pela cobertura com um copo de uísque na mão.
“Só me resta uma última cartada.”
Parei diante da janela observando as luzes da cidade.
— Por que você simplesmente não aceitou a carona no meu jato, Ísis?
Minha voz ecoou pelo vazio. Apertei o copo entre os dedos.
— Aquele desgraçado do Henrique conseguiu se safar mais uma vez.
Virei o restante da bebida de uma vez. O líquido desceu queimando, mas não aliviou a minha frustração. Me servi de outra dose quando