Giovana continuava sentada no último degrau da escada, com as mãos no rosto, de olhos fechados, enquanto as lágrimas escorriam pelos seus olhos. Tania havia lhe oferecido uma xícara com café, que ela prontamente recusou. A empregada insistia que Giovana precisava se alimentar pelo bem do bebê, mas Giovana sentia que nada poderia descer pela sua garganta.
A dor era insuportável, tanto no coração dela quanto em sua cabeça, que latejava sem parar.
— Eu sei que esse não é o momento de falarmos sobr