Kayla
A voz de Carlos soava como um ruído de fundo, distante e abafado. Eu fingia olhar para ele, mas a verdade é que eu não conseguia prestar atenção em uma única palavra do que ele dizia. Minha mente estava presa naquele corredor escuro, revivendo o toque das mãos de Apolo na minha pele nua, e logo em seguida sendo bombardeada pela imagem dele saindo daquele restaurante de braço dado com a ruiva.
Que mentiroso canalha. Um mulherengo que fala uma coisa e faz outra. Nem parecia o homem que, i