O silêncio do meu apartamento nunca pareceu tão acolhedor e, ao mesmo tempo, tão denso. Depois de passarmos na farmácia e comprarmos todos os remédios, entramos em casa exaustos. Júlia abriu a porta e deu espaço para Victor, que vinha logo atrás carregando o Léo nos braços com todo o cuidado do mundo.
Me virei para os dois, sentindo uma gratidão que mal cabia no peito.
— Obrigada de verdade, aos dois. Não sei o que seria de mim sem vocês , meus amigos — falei com a voz embargada, forçando u