Ouço batidas na porta, e meu corpo reage automaticamente, a raiva e frustração borbulhando.
— Sai! Eu quero ficar sozinha! — grito, esperando que quem quer que seja entenda o recado.
— Sou eu, De. Me deixa entrar! — Mariana pede do outro lado, e eu suspiro, ainda bufando, mas me levanto. Abro a porta, com uma mão segurando a maçaneta firme, barrando qualquer tentativa dela de avançar.
— O que você quer, Mariana? — pergunto, meio seca, ainda sentindo os resquícios da raiva que eu mal consegui pr