HOSPITAL
Bip… bip… bip…
O som era insistente, irritante, e atravessava sua mente como gotas de água caindo no mesmo lugar por horas.
Peter abriu os olhos.
A luz branca do hospital o cegou por um momento, tornando tudo borrado, flutuante. Ele piscou várias vezes até o teto surgir nítido acima dele.
Ele sentiu o peso do corpo — cansado, pesado, mas vivo.
Por um segundo, não entendeu.
Depois vieram flashes:
Elvira.
Sangue.
Vampiros.
Dor.
Helena.
E… dentes.
Os dentes dela.
“Merda…” ele murmurou, ten