Quando Elena abriu os olhos novamente, algo dentro dela já sabia — não estava mais no mesmo lugar.
Seus pés tocavam o solo úmido e vivo de um mundo que pulsava com uma energia antiga. Ao redor, uma floresta majestosa erguia-se como uma catedral sagrada. As árvores eram colossais, seus troncos retorcidos cobertos por líquens cintilantes, e suas folhas tremeluziam em tons impossíveis: prata líquida, esmeralda ardente, ouro opalescente. Era como se a própria natureza tivesse sido encantada por um