Mordida
Elvira sentiu o beijo de Peter em seu rosto e ouviu ele desejar bom dia antes de sair. Permitiu-se sorrir. Estava vivendo algo que nunca experimentara em toda sua existência, humana ou vampira: simplesmente existir. Dormir. Comer coisas que antes jamais havia permitido a si. Ser… normal.
Claro, às vezes pensava na possibilidade de Vlad voltar. Mas, se Nieta realmente o havia matado… então não havia mais o que temer. Então poderia viver essa experiência nova sem amarras.
“Viver como huma