Minha maldição
A cama rangeu com o peso do pecado quando Rocco jogou Elena sobre os lençóis escuros. A penumbra do quarto era cortada apenas pela luz do sol entrando pela janela, espalhando sombras trêmulas sobre seus corpos. O ar cheirava a vinho, sangue e luxúria.
Rocco a observava de pé ao lado da cama, nu, os músculos tensos e o olhar como brasas. Seu membro rígido, latejando, pulsava com fome. Ele não era mais um homem, era uma criatura forjada em séculos de vício e escuridão. E agora tudo