Vampiro
O quarto estava saturado de cheiro: o dela doce, almiscarado, pulsante como vida em carne viva e o dele, como ferro e pecado, misturado à madeira queimada da lareira e ao perfume antigo de sangue e luxúria.
Rocco estava sobre ela, os olhos faiscando em verde selvagem, o corpo nu, duro, quente, firme.
Ele a beijava como se estivesse matando a sede de séculos, e o rosnado baixo que escapava da garganta dele deixava claro: o vampiro ali estava à beira da fome... mas não de sangue.
Elena ab