As Amenidades Acabaram
O relógio fazia um tique irritante na parede da sala. Sabine andava de um lado para o outro como uma loba em gaiola. As unhas curtas batiam no antebraço, os olhos faiscavam, e o cheiro do mundo lá fora parecia abafado, errado.
Andrey a observava sentado no braço do sofá, braços cruzados. O brilho de alerta nos olhos dele começava a se tornar preocupação real.
“Sabine... para. “ Disse ele, a voz baixa, mas firme.
“ Eu não devia ter deixado os meninos fazerem aquele serviço