Encarei a minha tia, e a satisfação que senti olhando para a cara dela foi indescritível.
— Quer vinho, coelhinha? — Nick me perguntou enquanto caminhava pelo quarto apenas de cueca. Eu vestia a camisa dele, que parecia um vestido em mim, mas a visão dele quase nu tirava meu fôlego.
Assenti com a cabeça e caminhei até minha falsa mãe. Notei ao lado dela uma bandeja com instrumentos cirúrgicos: pinças, bisturis, tesouras… mas também punhais, facas, adagas, um revólver... até um facão?
— Nick?
—