Leyla Demir
A situação está ficando insustentável com tantas acusações. Dirijo-me até o meu supervisor, o enfermeiro-chefe Murat, um homem de cinquenta anos com olhos de falcão.
— Murat, vou almoçar fora. Volto dentro do meu horário.
Ele vê Cemal atrás de mim, seu rosto fechando-se em uma expressão de desaprovação.
— Tem certeza, Demir? — pergunta, seu olhar significativo indo de mim para Cemal.
Antes que eu possa responder, Cemal avança, sua voz ecoando no corredor:
— Ela é uma vendida! Mistur