O silêncio na sala era tão pesado que se podia ouvir a respiração ofegante de Gabriel e Roger. A presença de Beca, agora uma loba vibrante e segura de si, servia como um escudo para Ellen. Runa, a loba de Ellen, erguia-se em seu interior com uma aura de prata, sentindo o poder que emanava da amiga.
Ellen ajudou Lalinha a se levantar, limpando as lágrimas do rosto da Ômega com o polegar.
— Vá lavar o rosto, Lalinha. O desespero acaba aqui. Eu estou de volta, mas as coisas não serão como antes.