Esta conversa marca um momento de rara vulnerabilidade e honestidade entre as duas mulheres mais poderosas da mansão. Longe dos olhos dos Alfas, elas finalmente despem suas armaduras de Deusas para falarem como mulheres feridas pelo destino.
No terraço da mansão, sob o brilho prateado da lua cheia, Ellen observa o horizonte enquanto Lalinha se aproxima silenciosamente. O som de suas joias tilintando é o único ruído. Por um longo tempo, o silêncio é a única companhia, até que a tensão acumulada