AIDEN
Hector ergueu os olhos, a testa franzida em um vinco profundo.
Ele me encarou por alguns segundos em silêncio, como se estivesse tentando decifrar se aquilo era uma armadilha ou mais uma das minhas jogadas arrogantes.
A rivalidade entre nós sempre foi um cabo de guerra esticado até o limite, e ver o herdeiro implacável dos Cupertini pedir ajuda não era algo que acontecia neste século.
— Você precisa da minha ajuda?
Hector soltou uma risada seca, sem humor.
— Para quê, Aiden