berrei para o segurança lá dentro.
— Deixem...
A voz grave e absurdamente calma ecoou atrás de mim.
Olhei por cima do ombro.
Cássio vinha andando pelo pátio com passos lentos, as mãos guardadas nos bolsos da calça de alfaiataria.
Os seguranças na entrada fizeram menção de intervir, mas Cássio apenas ergueu dois dedos da mão direita, num sinal sutil de "deixe". Os homens recuaram imediatamente.
Girei o corpo, encostando as costas na grade do portão, respirando arquejada.
— Me deixa ir e