Por dentro, a minha mente era um tabuleiro de xadrez em chamas.
Minha respiração estava acelerada, a adrenalina batendo forte nas minhas têmporas.
Minhas mãos em punho, fechadas com uma pressão tão enorme que sentia as unhas curtas entrar em minha pele.
Agora eu sabia.
A armadilha estava armada.
Se a próxima mensagem do chantagista no meu celular contivesse qualquer detalhe sobre a noite de hoje, sobre o fato de eu ter entrado no quarto da Nayla ou sobre as alianças... seria a pro