Três horas depois...
Eram Quatro da manhã quando o toque estridente do celular no mesa de cabeceira me arrancou de um sono profundo. Hector, ao meu lado, resmungou e cobriu o rosto com o travesseiro.
— Desliga isso....
Olhei a tela, os olhos ainda recebendo a claridade da tela, tinha que ser ele. Aiden. Atendi passando a mão no cabelo, os levando pra trás.
— Nayla...
a voz dele veio baixa, mas com aquela urgência autoritária de sempre.
— Venha aqui. Agora. Preciso que dê um jei