No dia seguinte, meu pai apareceu no hospital, trajado como se estivesse indo para uma reunião importante, mas o olhar dele revelava ansiedade. Ele me abraçou com firmeza, como fazia quando eu era criança.
— Obrigado por me chamar, filho.
— Obrigado por ter vindo.
Fomos juntos até o quarto de Nando. Abri a porta devagar. Ana estava sentada ao lado da cama, segurando a mão dele enquanto ele dormia. Ela ergueu os olhos e sorriu ao ver Lorenzo. Levantou-se e foi em direção a ele.
— Lorenzo, é um p