Heloíse Albuquerque
Saí da sala de Ana Luiza com os punhos cerrados, o maxilar travado e o coração palpitando em um ritmo furioso. Aquela garota era uma ameaça, uma praga que se espalhou pela minha família sorrateiramente, se agarrando ao meu filho como uma erva daninha faminta por tudo que é meu.
Ela teve a audácia de me enfrentar. Na minha frente. No meu território.
E o pior de tudo: com a arrogância de quem pensa estar vencendo.
Subi os corredores da empresa como se fossem corredores de um t