Ouvir a voz de David, de uma certa forma, me causou segurança.
Ele me olhou nos olhos e me puxou para um abraço, afanando meus cabelos e ao se separar para me olhar, ele segurou meu pulso e me levou com ele.
—O que está fazendo? – Perguntei sendo levada até o carro.
David abriu a porta e me deu espaço para que eu entrasse, correndo para ir até o outro lado.
Assim que ele entrou no carro, soltou o ar de seus pulmões com força e levou as mãos até os fios de cabelo, os jogando para trás.
—David...