Chegamos ao restaurante quase oito da manhã.
Era um daqueles lugares sofisticados que exalavam formalidade até no silêncio.
As mesas eram de madeira escura, o café era servido em porcelana fina e os garçons sabiam desaparecer assim que o cliente levantava os olhos.
David caminhava com confiança, como se o lugar fosse dele. - Talvez fosse, já que a empresa dele comandava mais da metade da cidade.
Eu o segui, sentindo os olhares discretos de alguns clientes que pareciam reconhecê-lo.
David literal