A confusão continuou. Vendo que, provavelmente ainda não conseguiram pegar os cachorros, eu decidi ir, pessoalmente, averiguar a situação. Assim que saí na varanda encontrei com dois cachorros derrubando tudo. Eu senti meu sangue ferver quando vi quem estava criando toda a confusão.
— Eu sinto muito, Bruno, eu...
— Você sente muito?! — a interrompi, furioso —Você está procurando confusão, porra! — Esbravejei.
— Não, eu não... — ela tentou se afastar, mas acabou tropeçando em uma caixa. — A