— Marisa, eu não...
— Eu sei que não tenho o direito de pedir isso, Bruno. Eu sei que você e sua família têm motivos para não gostar da minha filha, mas, por favor, minha filha não é nenhuma criminosa terrível para sofrer tanta perseguição. Ela não matou ninguém, só desistiu de casar. Você refez a sua vida e é feliz com sua família, fale com sua mãe para deixar minha filha em paz.
Ela pede quase suplicando e isso me deixa muito incomodado, tanto que tenho a sensação de receber um soco no estôm