O celular vibrou em cima da cama, me arrancando do raro momento de paz de um domingo.
Olhei pra tela e suspirei.
Nayeon.
Claro que era ela.
— Alô? — atendi com a voz de quem ainda negociava com o travesseiro.
— Anne! Já está pronta? — a voz dela era animada demais pra alguém viva num domingo de manhã.
— Pronta pra quê, exatamente?
— Pro almoço, ué! — respondeu como se fosse óbvio. — O Kang Joon está indo te buscar.
Demorei uns segundos pra processar.
— Espera… o Kang Jeon? Aqu