Pietro Castellane:
As portas do meu escritório se abrem com violência, batendo contra a parede com um estrondo que ecoa pela sala como um trovão. O som é tão abrupto que faz com que eu levante os olhos da pilha de papéis sobre minha mesa, as mãos pousando instintivamente sobre a superfície da madeira polida.
— Senhor, já disse que não pode entrar! — A voz de Emilie ecoa alterada, quase desesperada, enquanto ela tenta, em vão, impedir o avanço do intruso. — Saia por educação antes que eu chame o