A semana que se seguiu foi uma das mais estranhas — e surrealmente íntimas — da minha vida inteira.
Sebastian estava realmente doente.
Uma gripe forte e implacável que o deixou de cama por vários dias consecutivos.
Sua imunidade, aparentemente, era muito mais baixa do que seu ego admitia, e a tempestade brutal da sexta-feira havia sido o estopim perfeito para uma infecção que durou quase toda a maldita semana.
Na segunda-feira, quando ele insistiu com voz rouca que podia ir trabalhar, tive que