— Sinto muito — disse ele finalmente.
— Por quê?
— Por não poder corresponder da mesma forma.
As palavras deveriam ter doído mais do que doeram. Deveriam ter me despedaçado.
Talvez eu já soubesse, lá no fundo, enterrado sob camadas de esperança patética, que ele não sentia o mesmo.
— Não precisa se desculpar por isso — disse eu, forçando minha voz a permanecer firme. — Sentimentos não são algo que podemos controlar. Não funcionam assim.
Ele sorriu — um sorriso pequeno, mas genuíno, que iluminou