A despedida do Patrick no dia seguinte à mudança foi mais difícil do que imaginei.
Não houve lágrimas, nem promessas dramáticas de amor eterno. Apenas um abraço demorado na porta do apartamento, daqueles em que nenhum dos dois quer ser o primeiro a soltar.
Quando o carro dele desapareceu na esquina, percebi que aquela era a primeira vez, em muito tempo, que eu precisaria me acostumar a não vê-lo todos os dias.
Não era falta de amor. Muito pelo contrário.
Talvez amar alguém também signifique per