Ao tentar encontrar a Dana e não conseguir, fui direto para a saída. Por sorte, tinha alguém chegando de táxi. Me aproximei para entrar assim que o outro passageiro desceu.Foi quando ouvi minha voz ser chamada._ Ane, espera!Parei por um segundo, tentando decidir se valia a pena ouvir o que ele tinha a dizer. Mas a imagem que eu tinha na cabeça decidiu por mim.Entrei no táxi._ Vai, por favor… sai o mais rápido possível — pedi ao motorista.Olhei para trás e ainda vi ele na calçada, com as mãos no cabelo, me olhando como se não acreditasse que eu estava indo embora._ Moça, qual é o endereço? — a voz do taxista me trouxe de volta._ Rua Luís Roberto Barroso, número 144 — respondi.Fechei os olhos, tentando apagar aquela cena da minha cabeça.Uma lágrima caiu, silenciosa.Mas eu prometi a mim mesma: não deixaria ele brincar comigo outra vez.---No dia seguinte, meu telefone tocou cedo demais.Nem eram sete da manhã._ Espero sinceramente que estejam me ligando pra avisar que o mund
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