— Damon. Damon.
Eu ouvi a voz do meu pai me chamando, ecoando como um trovão dentro de uma caverna sem paredes.
— Pai! Pai, por favor, onde você está?! — Gritei para o nada, a voz ricocheteando com tanta força que parecia que a própria escuridão a arremessava de volta contra mim.
Eu corria. As patas rasgavam um chão que não era chão — apenas um vazio infinito, negro, que engolia cada passo.
O peito queimava a cada respiração. Os pulmões estavam cheios de fogo e do gosto metálico do sangue. Ainda