— Eu não quero civilizado.
— Olhei para ele, meus olhos abertos, molhados e selvagens, e deslizei uma das mãos por baixo da camisa dele, subindo pelos músculos definidos, minhas unhas arranhando de leve cada relevo quente da pele até sentir a respiração dele falhar.
— Eu quero bruto — Falei. — Quero a versão de você que deu um tapa na sua filha e expulsou a sua ex só com um olhar. Quero a versão que agarrou a garganta dela e fez a minha boceta jorrar sem nem me tocar.
Me aproximei mais. Não comp