O apartamento estava mais quieto naquela manhã, mas não era um silêncio confortável. Era uma pausa pesada, daquelas que surgem depois de decisões importantes, quando tudo parece calmo por fora, mas por dentro ainda está se reorganizando. Ava estava sentada no sofá, com o celular na mão, olhando para a tela sem realmente prestar atenção. As notificações subiam, as imagens mudavam, mas nada prendia. A mente não acompanhava.
A mãe dela circulava pela sala, mexendo em objetos que não precisavam s