Ava ainda estava ajoelhada na calçada, abraçada à mãe com força, como se aquele gesto fosse a única coisa que ainda mantinha tudo de pé naquele momento, como se soltar significasse aceitar de vez o que tinha acontecido, e o corpo dela tremia sem qualquer controle, a respiração irregular, pesada, falhando em alguns momentos enquanto tentava se manter firme, mas não havia firmeza possível diante do que estava ali, escancarado diante dos olhos. A casa, que sempre foi o único luga