O apartamento estava silencioso naquela noite. Não era um silêncio tranquilo ou confortável. Era um silêncio pesado, cansado, carregado de tristeza acumulada demais para caber dentro daquele lugar. Até as luzes pareciam mais fracas. A cidade continuava viva do lado de fora, carros passando, pessoas voltando para casa, apartamentos iluminados espalhados pelos prédios ao redor, mas dentro daquele quarto o tempo parecia andar devagar.
Karol permanecia sentada na cama abraçada em Sofia enquanto a