Ethan
Aproximei a mão da nuca dela, os dedos se fechando ali com firmeza, não bastante para machucar, mas o suficiente para que ela soubesse que eu não estava brincando.
— Ainda sinto o teu cheiro naquele quarto que era seu, ruiva — falei, encarando o canto da boca dela. — E sei que você lembra, todo santo dia, da sensação que tem quando é beijada por mim. Não adianta fingir que esqueceu.
Ela colocou as mãos no meu peito e me empurrou, mas o corpo dela tremia.
— Por favor, Ethan… sai daqui! — p