Pisco os olhos devagar tentando afastar a névoa pesada do sono que insiste em colar minhas pálpebras, com Hunter ainda deitado ao meu lado.Ainda sonolento, giro o corpo sobre o futon surrado buscando a direção onde Caim dorme. E é exatamente nesse movimento, ao puxar o ar pela primeira vez na manhã, que o cheiro que envolve a cela me atinge em cheio.
O cheiro dele mudou.
Não é mais apenas aquele aroma discreto e sutil que vinha nos acompanhando nos últimos dias. O ar agora está impregnado por