Quando volto meu olhar para Caim, percebo que ele ainda está deitado, me encarando com olhos brilhantes e um pouco enevoados pela febre. Ele nota o meu pavor estampado no rosto e tenta, de forma desesperada e ingênua, disfarçar o que sente.
— Eu estou bem... — ele diz, engolindo em seco
— Só devo estar cansado. Me esforcei demais na academia ontem, e... você sabe, eu não estou acostumado a me exercitar assim. Deve ser só dor muscular.
Olho para ele por alguns segundos. A mente dele está tentan