CAIM LEE
Quando abro os olhos novamente, a primeira sensação que me atinge é a frieza dura e sólida do chão sob o meu corpo. Não há mais a maciez da grama , nem a luz suave que iluminava a floresta artificial. Agora, o ambiente é escuro, iluminado apenas por uma lâmpada branca pendurada no teto, que lança sombras longas e tortas por todo o espaço. O ar aqui é pesado, cheio de um cheiro metálico e úmido, uma mistura de suor e algo mais — algo que eu não consigo identificar, mas que me faz senti