Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV: Massimo
O quarto de hospital naquele vilarejo esquecido por Deus era pequeno e abafado, mas finalmente exalava algo parecido com vida. O sol da manhã entrava pelas frestas da persiana, cortando o ar carregado de antisséptico com feixes de luz que dançavam sobre os lençóis brancos. Minha mão ainda envolvia a de Adrian, sentindo o pulsar fraco, mas constante, do seu sangue. Éramos irmãos de alma, forjados no fogo e no dever. Ver Adrian naquela cama era como ver uma parte da






