Mundo ficciónIniciar sesiónPOV: Massimo
O som rítmico e abafado dos aparelhos de monitoramento era a única coisa que preenchia o quarto pequeno, de teto baixo e paredes descascadas. Adrian estava ali. Pálido, com o corpo marcado por diversos ferimentos, hematomas profundos e curativos que cobriam boa parte de sua pele, mas respirando. Ver meu irmão naquela cama, dependendo de equipamentos de um hospital tão simples e limitado, me deu um nó no estômago que eu não permiti que transparecesse. Era uma mistur






