CAPÍTULO 11

POV: Chiara

Depois de muito chorar, meus olhos ardiam e minha garganta parecia seca como o deserto. Olhei para o meu pai, que continuava em seu sono frágil, e senti uma pontada no peito. Levantei-me com as pernas pesadas, inclinei-me e beijei sua testa fria. Eu precisava de ar. Precisava de cafeína para não desabar ali mesmo.

Caminhei até a cafeteria do hospital, um lugar de luzes brancas demais e rostos cansados. Pedi um café preto, sem açúcar, e me sentei em um
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