Café.
Amélia Alder
– Vejo que está bem despreocupada agora que somos amigos, está até me abraçando.
Pulo da cama ao ouvir a voz de Maximus e vou parar na outra ponta do colchão.
– O que está fazendo aqui? – pergunto me cobrindo com o cobertor ao ver o homem deitado em seu lugar de costume, o rosto inchado e os cabelos bagunçados.
– Eu moro aqui? – ele diz numa pergunta retórica.
– Eu sei que você mora aqui, mas essa hora você normalmente já saiu para trabalhar.
– Ah, isso? Eu estava saindo cedo por