MARIA AMARAL
Esperei alguns dias, quase fiquei sem unhas e abri um buraco no chão do apartamento, mas finalmente ouço o barulho da porta abrindo. Ele está de volta.
— Amaymon! — minha respiração fica presa quando ele passa pela porta. Está lindo em uma camisa branca e jeans escuro.
Meu corpo está cheio de saudades e tenho vontade de pular nele. Mas não o faço. Parece que tem algo errado. A felicidade da sua chegada se torna preocupação. Seu olhar é ameaçador na minha direção. Percebo que algo r