Assim que saiu do quarto do seu pai, Carlos chegou.
— Conseguiu ver ele?-
— Consegui.
— E como ele está?
— Tá respondendo bem aos medicamentos.
— Que bom.- a abraçou.— Tá melhor depois de vê-lo?
— Muito!- o abraçou também.
Ana não sabia como dizer a ele que havia dito ao seu pai que ele era seu namorado e muito menos que seu pai o queria ver.
— Tem algo para me dizer?
— Não, por que pergunta?
— Sei lá…deve ser impressão minha.
— Pode me deixar na empresa?- desfez o abraço.
— Claro!-