Era madrugada e ela dormia ao seu lado, mas acordou com ele a chamando.
— Ana!
— Oi?- abriu seus olhos com um pouco de dificuldade — Tá sentindo alguma coisa? — Colocou sua mão sobre a testa dele — Não tem mais febre — disse ao sentir que a febre tinha passado, mas ele tirou a mão dela de supetão.— Aconteceu alguma?- perguntou preocupada.
— Nada! Só quero que vá embora! - disse sério.
— Como assim ir embora? Por quê? - não estava entendendo aquela atitude, ainda mais após terem ficado.
— Porque