O desafio havia começado, e eu observava o corpo de Azara, imerso no transe da prova. Meus olhos a viam, mas minha alma sentia que ela estava distante, perdida em uma dimensão além do que meus sentidos podiam captar. Como seu parceiro, era como se eu estivesse entrelaçado com seu espírito, compartilhando suas emoções mais profundas. Eu podia sentir o medo e a angústia que começavam a tomar conta dela. O tempo passava e, com cada segundo, parecia que o peso da prova a esmagava ainda mais.
Eu não